Marrakesh – o que fazer na cidade

Olha nós de novo por aqui!! Marrakesh – Marrocos

Um lugar diferente de tudo o que eu já vi. Não sei vocês, mas eu nunca havia visitado uma cultura tão diferente do Brasil, tanto em religião, como roupas, comidas e costumes. Fiquei nitidamente chocada!

Nós ficamos no Riad Aubrac. Riad é como são chamados os hotéis que antes eram mansões de algum sultão ou algo parecido.

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Riad Aubrac – Vista da cobertura do Hotel

A língua deles é Árabe e Francês e eu não domino nenhuma delas! A sorte é que eles são bem receptivos e querem vender, então a maioria fala um espanhol, um inglês esquisito e alguns até portunhol (mistura de português com espanhol). E quando nada dava certo a famosa mímica sempre salvava.

Ficamos 4 dias no Marrocos. O primeiro dia ficamos por perto do hotel, só para chegar ao SUQ (a famosa praça onde fica a Medina e o mercado) nos perdemos algumas vezes, pois o local era todo de vielas e as paredes dos muros e casas eram todos da mesma cor, um bege meio rosado. Lá as pessoas são muito pobres e prestativas, se te verem perdidos vão te ajudar, mas no fim vão pedir um dinheiro em troca, e não adianta dar apenas moedinhas não. Portanto, se souber o caminho, não aceite ajuda, pois terá que pagar por ela.

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Praça onde fica o SUQ e a Medina

 

Nós infelizmente acabamos caindo nessa ajuda no primeiro dia, era quase impossível chegar ao SUQ do Hotel, e olha que ele ficava a 5 minutos a pé. Então um senhor nós “ajudou” mas não sei se ele não entendeu o que falamos, ou se queria nos enrolar mesmo, acabou nos levando para o local onde fazem os tapetes de pele de bichos. O lugar tem um cheiro forte e insuportável, eles entregam ramos de hortelã para ficarmos cheirando, queriam nos explicar como fazem, mas além do inglês ser enrolado, eu já não estava prestando atenção em mais nada com aquele cheiro entrando no meu nariz! Pedimos para sair, e a saída fica dentro de uma loja de bolsas feita com o couro dos bichos, claro! Rs

Lá o dono da loja falava espanhol bem, conversamos um pouco, mas não queríamos comprar nada apesar das bolsas serem bem bonitas!

Durante a conversa o dono da loja reparou que eu tenho a pele morena e os olhos amendoados e perguntou se eu era indiana, respondi que não, que era do Brasil, foi então, para minha surpresa, pois achava que só existia em filmes, que o senhor, que devia ter uns 55 anos e faltava-lhe alguns dentes na boca, ofereceu ao meu namorado 300 camelos caso ele quisesse me deixar pelo Marrocos!! Eu ri de nervoso, segurei o braço do Robson e disse para sairmos dali!! E foi o que fizemos, não sem antes entregar algum trocado para o senhor que nos “ajudou”. Mas também fizemos ele nos mostrar onde era o tal SUQ, e ele nos levou até lá, finalmente.

Dica caso não queira comprar: Quando tiver passando pelo mercado, não fique olhando muito a mercadoria caso não queira comprar, exclamações de “que lindo!” serão sinônimo de o vendedor pegar no seu pé até você sair de lá com alguma coisa na sacola. Eu andei de óculos escuros, até porque estava um calor infernal, que disfarçava meu olhar quando gostava de algo.

Dica caso queira comprar: Pechinche por tudo, os comerciantes lá tem esse costume e podem até ficar bravo caso você não pela um desconto, sem contar que não é nada mal sair pagando menos um pouco do que o preço normal! Eu Adoroo rs

O cuidado deve ser redobrado ao andar pelo mercado (SUQ) pois aquilo que vemos no desenho Alladin, onde o macaco rouba as coisas da sua bolsa e bolso, são verdade, acontece! Os homens tocando flauta para as cobras saírem dos balaios também!

 

A única coisa que recomendo comprar nas barraquinhas de alimentos que ficam nessa praça são os sucos naturais de laranja. Apenas 4 dirhams a moeda local deles, que equilave a 0,40 centavos de euro. É o melhor suco de laranja que já tomei. O restante das barracas vendiam uma comida bem esquisita, que saía uma fumaça preta das chapas onde eram feitas, não me atrevi e nem indico!

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Tá aí o preço na foto que não me deixa mentir

No fim do primeiro dia, ao voltarmos p Riad (hotel) encontramos lá um casal da Catalunia / Barcelona com quem fizemos amizade! Uns queridos! Quando formos a Barcelona, certamente iremos nos encontrar! E nosso Brasil está de braços abertos para eles também!

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Sergi e Georgina

No próximo post falo da nossa aventura no Deserto do Saara! =) Até lá!

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